Browsing All posts tagged under »Poesia«

Lahaina Noon: meio-dia sem sombra

maio 27, 2013

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Lahaina Noon  Aqui está uma imagem fascinante compartilhou conosco por Alex Dzierba, Jr., que está localizado em Honolulu, Havaí. Duas vezes por ano o Sol passa directamente por cima e porque a luz do sol está brilhando para baixo, os objetos que estão em linha reta não vai lançar uma sombra. Aqui está um exemplo […]

Entre eu e o espelho do meu quarto

julho 8, 2012

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Entre eu e o espelho do meu quarto Eu não morri, me exilei de mim para descobrir se era eu mesma ou um pacote de gestos. Procuro sem achar um canto num papel todo  escrito que era eu,  para deixar as letras s que traduzem o meu novo sentir .Onde estarão as páginas que são […]

“Mãe” poema

maio 13, 2012

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Livro “Dalila Prosa & Poesia”   h ttp://static.animoto.com/swf/w.swf?w=swf/vp1&e=1304339597&f=S15VEXjNSzXWepU6dsjWCg&d=36&m=b&r=360p&volume=100&start_res=360p&i=m&options=

Coração de mãe

maio 13, 2012

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Coração de mãe coração de mãe não tem olhos ele só conhece o amor de dentro do coração não há saídas ele não discrimina ninguém e o caminho que há tem uma só direção – ao encontro de cada um quem é mãe é mãe de todo o mundo – dos brancos negros amarelos e […]

Dia das mães

maio 13, 2012

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Dia das Mães Dia das Mães   A gente dá um trato especial em tudo entorno.  Dentro de nós a festa já se iniciou com os preparativos do almoço de amanhã. É sábado de noite e não nos damos descanso até o último detalhe. Pronto, a sala parece sorrir e as estrelas brilham diferente para […]

No banco do jardim

maio 12, 2012

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O jardim do tempo No banco daquele jardim ficaram no tempo a minha mãe mais o meu pai falando de coisas que só eles entendiam ou comentando as notícias de um jornal. Tenho saudades do meu mundo quase todo feito de chão onde a gente brincava, sentado ou se deitava, do calor morno do cimento […]

Poema Viking: ” O Marinheiro”

maio 8, 2012

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Posso cantar                                    minha própria história, falar de minhas viagens,                      e como muitas vezes sofri tempos de dura navegação       e dias de muito afã; Amargas carências                        amiúde em muitos portos, E muitas vezes aprendi            que difícil morada é um barco em uma tormenta,     quando chegava meu turno na árdua noite de vigia           à proa do navio […]