O impeachment de Dilma, as últimas notícias na web

Posted on abril 13, 2016

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O impeachment de Dilma

O impeachment
Em meio à crise, Câmara registra maior troca-troca de partidos desde 2003
Troca de partido está em alta*
Segundo levantamento da BBC Brasil a partir de dados oficiais da Casa, 99 deputados trocaram de partido em 2016, até o momento. Isso representa 19,3% do total, ou seja, praticamente um quinto dos 513 integrantes da Câmara.

O número já supera o registrado em 2005, ano do escândalo do Mensalão, quando 95 deputados mudaram de sigla. Por hora, perde para o primeiro ano do governo Lula (2003), quando 107 trocaram de partido.

2003 – 107
2004 – 17
2005 – 95
2006 – 18
2007 – 41
2008 – 1
2009 – 33
2010 – 3
2011 – 62
2012 – 6
2013 – 77
2014 – 6
2015 – 38
2016 (até 12 de abril) – 99

*Por ano. Há casos de deputados que mudaram mais de uma vez em um mesmo ano.
Fonte: Levantamento da BBC Brasil a partir de dados da Câmara dos Deputados.
Maiores ganhadores
O levantamento da BBC Brasil revela que legendas consideradas de “centro” foram as que mais atraíram deputados nos últimos meses, como PP, PTN e PR – o balanço inclui as mudanças a partir de setembro, quando a criação de dois partidos (REDE e PMB) deu início ao troca-troca (veja tabela ao longo da matéria).
Diante do forte desgaste do governo, poderia se esperar um desempenho melhor das siglas que têm um histórico de oposição. No entanto, com exceção do DEM, que apresentou crescimento significativo, as demais (PSDB, PPS, Solidariedade e PV) encolheram.
Diante de impeachment, Câmara para trabalhos e Brasília reforça segurança
Policiais temem brigas dentro e fora do Congresso Nacional entre sexta-feira e domingo
bbc
Diante de impeachment, Câmara para trabalhos e Brasília reforça segurança
O clima de comoção social e a tensão em torno do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff causou uma dura mudança de rotina entre os funcionários e frequentadores do Congresso Nacional e da Esplanada dos Ministérios. A região que concentra os principais órgãos públicos de Brasília está com a segurança reforçada. A Secretaria da Segurança Pública do Distrito Federal colocou em vigor uma série de medidas para evitar confrontos entre os grupos que defendem e os que são contrários à destituição da presidenta. Entre elas, estão a separação dos manifestantes por cercas e por placas de aço alocadas no gramado central da Esplanada.

O governo distrital estima que cerca de ao menos 200.000 pessoas acompanhem do lado de fora do Congresso a votação do processo de impeachment na Câmara, que está previsto para ocorrer entre sexta-feira e domingo que vem. Mais de 5.000 policiais e bombeiros foram escalados para acompanhar os protestos. Os acessos ao Palácio do Planalto e ao prédio do Legislativo também estão mais rígidos.

Em parte do gramado, grupos contrários à Rousseff instalaram o placar do Impeachment com fotos de deputados que são contra e a favor da destituição. Nas redondezas também já há dois acampamentos, um ao lado do Supremo Tribunal Federal, com mensagens de apoio ao juiz Sergio Moro, da Lava Jato, e outro em frente ao Teatro Nacional, com integrantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), este contra o impeachment.

Se do lado de fora a polícia se prepara para qualquer eventualidade, do lado de dentro também há mudanças no planejamento. No Congresso, por exemplo, jornalistas e prestadores de serviço que possuem credenciais de acesso que os autorizam a circular pelos corredores da Câmara passarão por uma vistoria mais rigorosa, com checagem de bolsas e equipamentos em detectores de metais e, se necessário, revista pessoal.

Os parlamentares, porém, continuarão podendo entrar com o que bem entender. E essa é uma das preocupações da equipe de segurança. “Suspeitamos que nos últimos protestos foram parlamentares que entraram com material que não autorizamos que outros entrem. Mas não podemos fazer nada”, disse um dos três policiais legislativos ouvidos pela reportagem na semana passada. Entre os protestos que mais chamaram atenção nos últimos meses estão os ratos que foram soltos na CPI da Petrobras e um punhado de dólares falsos arremessados no presidente da Câmara, Eduardo Cunha.

Uma coisa já é dada como certa, entre os policiais que atuam dentro ou fora do Congresso: haverá duras manifestações independentemente do resultado. “Estamos preparados até para apartar brigas entre deputados”, disse um segurança da Câmara
El País

Acreditem! Planalto discute hipótese de decretar estado de defesa! Chegou a nossa vez de dizer: “Não vai ter golpe!”Dilma e seus assessores estão perdendo o juízo diante da possibilidade de derrota no domingo. Há celerados querendo criar agitação até nos quartéis

Prestes a perder a Presidência da República, parece que Dilma Rousseff pode também perder o juízo. E está com um problema grave: cerca-se de assessores que são piores do que ela própria, receita certa para o desastre, especialmente quando não se é, assim, um Schopenhauer da política, e as ideias são mais curtas do que o cabelo. O Palácio do Planalto — Dilma e seu entorno — passou a debater a ideia de decretar, pasmem!, estado de defesa contra o que chama “golpe”. A hipótese — que tanto eu como Demétrio Magnoli tratamos com ironia —, acreditem!, passou a ser debatida com a seriedade possível pelos “companheiros”.
E isso não é um falso alarme! Os feiticeiros estão operando!
Veja

Impeachment “teria conseqüências profundas”, afirma Dilma à imprensa estrangeira

diáriodocentrodomundo

IMPEACHMENT X RENÚNCIA X CASSAÇÃO: O QUE ACONTECE EM CADA CASO?

EM CASO DE RENÚNCIA…
Renunciar significa nada mais nada menos que abrir mão voluntariamente de um cargo político. Costuma ocorrer quando o governante não encontra mais condições de dar continuidade ao seu governo e vê como certa sua deposição.
Quem assume: com a renúncia de Dilma, o novo Presidente seria seu vice-presidente, Michel Temer, do PMDB. Mas e se Temer também deixasse o cargo (seja por renúncia, impeachment ou o que fosse)? Até a metade do mandato (ou seja, até o final de 2016), esse cenário implicaria a convocação de novas eleições, 90 dias após a vaga ter ficado aberta. Nos últimos dois anos do mandato (ou seja, 2017 e 2018), é o Congresso Nacional que elege um novo presidente, em 30 dias.

EM CASO DE CASSAÇÃO DA CHAPA DILMA-TEMER…
Outra via pela qual o governo Dilma pode ter um fim precoce é um julgamento em andamento no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a respeito da campanha de 2014 . A acusação é que a chapa de Dilma e Temer, vencedora nas eleições, teria cometido crimes eleitorais como abuso de poder econômico e político.
Quem assume: com a cassação de Dilma e Temer, valem as mesmas regras para o caso da renúncia: ocorreriam novas eleições, no mesmo prazo de 90 dias, no caso de a cassação acontecer na primeira metade.

EM CASO DE IMPEACHMENT…
O processo de impeachment difere bastante do processo de cassação (já tratamos sobre o impeachment em outro post, com um infográfico muito legal, confira aqui!). Em primeiro lugar, é um processo que tem um caráter mais político, já que é conduzido dentro do Congresso Nacional – enquanto a cassação tem caráter mais técnico, vinculado ao TSE. Em segundo lugar, não apura crimes eleitorais, e sim os chamados crimes de responsabilidade – quando o presidente comete algum delito já no exercício do cargo. É um processo demorado e que, para funcionar, demanda uma grande oposição ao governo dentro do Congresso.

Quem assume: nesse caso, o vice Michel Temer estaria novamente na sucessão. E novamente, caso Temer também deixe a presidência por qualquer motivo, novas eleições serão convocadas, enquanto provisoriamente o novo presidente seria o presidente da Câmara.
Politize
PP ameaça deixar Dilma na reta final do impeachment
Partido aliado ocupa ministério e muitos cargos de segundo escalão, mas a maioria da bancada faz pressão pela deposição. Líder da legenda e ministro de Dilma entre 2012 e 2014, Aguinaldo Ribeiro votou a favor da ex-chefe na Comissão do Impeachment
O Palácio do Planalto contava até esta manhã com metade dos votos da bancada do PP. Mas cresce a pressão para que os deputados sejam obrigados a votar de acordo com uma maioria pró-impeachment. Na reunião da comissão processante na segunda-feira (11), o líder do partido na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PB), liberou a bancada, mesmo tendo votado contra o relatório do deputado Jovair Arantes (PTB-GO). Ex-ministro das Cidades, pasta que chefiou entre fevereiro de 2012 e março de 2014, Ribeiro defende que, para a votação em plenário, a bancada seja novamente liberada e não forçada a votar como quer a maioria, pela saída de Dilma.
Congressoemfoco

Quarta-feira, 13 de abril de 2016 às 8:00
Renovação de contrato entre Secretaria de Portos e Terminal de Contêineres de Paranaguá

Agenda presidencialNesta quarta-feira (13), a presidenta Dilma Rousseff participa da cerimônia de assinatura de renovação de contrato de arrendamento entre a Secretaria Especial de Portos e o Terminal de Contêineres de Paranaguá. O ato está previsto para as 15 horas, no Palácio do Planalto.

*Agenda sujeita a alterações ao longo do dia. Para atualizações, acesse o Portal Planalto.
Tags:Secretaria Especial de Portos, Terminal de Contêineres de Paranaguá
Terça-feira, 12 de abril de 2016 às 20:04
Dilma agradece ‘27 heróis da democracia’ que votaram contra relatório do impeachment

Usando o twitter, a presidenta Dilma Rousseff agradeceu o apoio recebido dos 27 deputados que votaram contra o relatório da comissão especial do impeachment. “São 27 heróis da democracia, de 12 diferentes partidos, que tiveram a coragem de se voltar contra o relatório, instrumento de uma fraude”, escreveu Dilma.

A presidenta destacou que o governo conquistou 41,5% dos votos da comissão. “No plenário buscaremos fazer ainda mais”, salientou, acrescentando: “humildade e confiança que vamos em frente”. Ela citou que parlamentares do PT, PP, PMDB, PSD, PR, PDT, PC do B, PSOL, Rede, PT do B, PTN e PEN se posicionaram a favor da legalidade e contra um relatório que classificou como “frágil”.

“Meu agradecimento pela solidariedade, pela firmeza de atitude ao rejeitarem o afastamento de uma presidenta que não praticou crime de responsabilidade. Honraram a democracia e a Constituição”, finalizou

.blogplanalto

Impeachment: veja 5 detalhes que definirão o futuro de Dilma
1. Ordem de votação
A ordem de votação será fundamental para embalar ou frear a adesão de última hora de indecisos.
2.. Mobilização popular

Os partidos de oposição são mais caronistas dos movimentos populares que pedem o impeachment de Dilma do que lideranças desse processo. Por isso, a magnitude das mobilizações, nos próximos dias, convencerá os indecisos a descerem do muro.
3. Confrontos

Uma coisa é a livre manifestação contra ou a favor do impeachment. Outra é que os atos descambem para a violência.
4. Exposição pública

Jornais e revistas começaram, na última semana, a publicar mapas de votação, com os deputados contra, a favor ou indecisos. Essa exposição pública será fundamental para a decisão dos parlamentares.
5. Acordos políticos de última hora

O governo tem a máquina pública e o Diário Oficial; os defensores do impeachment têm promessas de retribuir quem votar a seu favor. Todos os lados estão empenhados em seus respectivos balcões de negócio.

terra
A cada avanço do governo na batalha de Dilma Rousseff contra o impeachment, o mercado piora.

A alta do dólar nesta semana, quando o afastamento da presidente ficou mais incerto, espelha esta apreensão dos investidores. O receio não se limita ao risco de a crise política persistir caso Dilma sobreviva.

O mercado também teme o custo da batalha que a presidente vem travando pela sua sobrevivência, que parece enterrar de vez o já tímido ajuste fiscal tentado até o ano passado.

O mercado financeiro exagerou nas apostas em um processo de impeachment mais rápido, diz Monica De Bolle, pesquisadora no Peterson Institute for International Economics e professora-adjunta da Johns Hopkins University. “O vai e vem é normal no processo. O mercado não considerou as manobras que o governo faria para se salvar a qualquer custo

.Exame
Com aprovação de relatório a favor do impeachment, dólar despenca
Moeda norte-americana recuou 2,83% nesta segunda-feira, maior queda em sete meses, e fechou o dia cotada em R$ 3,49
rasília – O dólar desabou à menor cotação em sete meses em meio às expectativas de aprovação do impeachment da presidente Dilma Rousseff na comissão especial da Câmara dos Deputados. Ontem, a moeda norte-americana recuou 2,83%, cotada em R$ 3,495. A última vez que o dólar fechou abaixo de R$ 3,50 foi em 21 de agosto do ano passado, quando bateu R$ 3,396. Também foi a maior queda diária desde 24 de setembro de 2015, quando despencou 3,73%.
EM

Para os analistas, o mais importante de tudo é que o país empreenda reformas, sobretudo fiscais, para sanar o déficit
Pesquisa divulgada pelo Datafolha neste domingo (10) mostrou que a taxa a favor do impeachment de Dilma caiu de 68% para 61%. Dos entrevistados, 58% são favoráveis ao afastamento de Temer
No início de uma semana crucial para o Brasil, com a decisão dos deputados sobre validar ou não o pedido de impeachment da presidente, o foco está voltado à Brasília e aos rumos que o país pode tomar.

Com o iminente desfecho de mais uma etapa da crise política, as três maiores agências de risco do mundo, Moody’s, Fitch e Standard & Poor’s, indicaram à BBC Brasil que as profundas dificuldades amargadas pela economia brasileira não devem sofrer grande melhora tanto se o poder ficar com Dilma Rousseff como se for repassado ao vice, Michel Temer. As três agências acreditam que as perspectivas serão negativas no mínimo até 2018.

ECONOMIA IG

Impeachment 60.000

Economia 11.04.16 09:23
O impeachment pode “levar o Ibovespa à casa dos 60 mil pontos e o dólar próximo de R$ 3,00”.

Foi o que disse Luiz Fernando Figueiredo, da Mauá Capital, ao Valor

.o antagonista

3 razões para o FMI prever queda ainda maior da economia brasileira
João Fellet – @joaofellet
Da BBC Brasil em Washington
O Fundo Monetário Internacional (FMI) anunciou nesta terça-feira que a economia brasileira deverá repetir o resultado de 2015 e encolher 3,8% neste ano, queda superior à que o órgão previa em janeiro (3,5%).

1 – Instabilidade política
2 – Baixos preços de matérias-primas
3 – Desemprego

bbc

7 Consequências da permanência da presidente Dilma para a economia brasileira – InfoMoney
infomoney

Juros no mercado futuro encerram sessão regular em queda com política
ÚLTIMA ATUALIZAÇÃO: 12/04/2016 16:59:00
As taxas no mercado de juros futuros encerraram em queda a sessão regular desta terça-feira, 12, com um recuo mais acentuado nos prazos intermediário e longo. O aumento da probabilidade de o impeachment da presidente Dilma Rousseff ser aprovado no plenário da Câmara dos Deputados, segundo o Placar do Impeachment, induziu investidores no mercado de juros a acreditarem na melhora da economia nos próximos anos e, consequentemente, numa redução das taxas. Pela última atualização do levantamento realizado pelo Grupo Estado, o número de votos contra o impeachment subiu para 124. Os votos a favor somaram 300. Ainda há 47 indecisos, e 42 não responderam.

No mercado de juros futuros, é interessante notar que as taxas recuaram em função de operações de inclinação, sobretudo comprados no curto prazo e vendidos no longo prazo. Na parte da manhã, as taxas mostraram maior volatilidade e chegaram a subir por conta dos dados mais fortes que o esperado do varejo brasileiro, divulgados pelo IBGE.

diariodenoticias

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